Seu filho chora todas as manhãs para ir à escola. Ou tem medo na hora de dormir e pede para ficar com a luz acesa, noite após noite. Você observa, espera e, depois de algumas semanas, a dúvida volta: isso é uma fase ou ele precisa de ajuda?
Nenhuma lista responde essa pergunta sozinha, mas alguns critérios ajudam a olhar para o que está acontecendo.
O que observar antes de tirar conclusões
Quatro perguntas ajudam a separar uma fase passageira de algo que merece atenção. O comportamento já dura semanas, e não apenas alguns dias? A reação é maior do que a situação pareceria pedir? Acontece sempre ou só em momentos específicos? E atrapalha a escola, as brincadeiras com outras crianças, o sono ou a rotina da família?
Vale também comparar a criança com ela mesma. Uma mudança em relação ao que ela era costuma dizer mais do que qualquer comportamento isolado.
Sinais que podem aparecer na infância
A partir dos 3 anos, a criança já pode ter acompanhamento psicológico. Alguns sinais costumam levar as famílias a procurar ajuda: medo intenso na hora de dormir, xixi na cama depois de a criança já ter deixado as fraldas, choro frequente para ir à escola e dificuldade de se aproximar de outras crianças.
Também chamam atenção as crises de raiva ou de choro que se repetem e são difíceis de acalmar, e as queixas físicas, como dor de barriga, sem causa médica identificada.
Antes de qualquer conclusão, converse com o pediatra para saber se existe alguma causa física. Se não houver, a avaliação psicológica ajuda a entender o que está por trás.
Por que a criança nem sempre consegue explicar o que sente
Crianças pequenas muitas vezes não têm palavras para falar de medo, tristeza ou preocupação. Elas mostram isso no comportamento, nos desenhos, nas brincadeiras.
Por isso, o atendimento infantil na Clínica Espaço Único acontece por meio de brincadeiras, desenhos e histórias, que são a linguagem em que a criança se expressa com mais naturalidade. Cada atividade é escolhida pela psicóloga com um objetivo terapêutico, dentro da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) adaptada à idade.
Precisa estar “grave” para procurar uma psicóloga?
Não. Procurar uma psicóloga não quer dizer que algo está errado com seu filho. Na conversa inicial, a profissional ouve a família, entende o que vem acontecendo e orienta o que fazer. Em alguns casos, a orientação é acompanhar de perto; em outros, iniciar o atendimento. Quando for necessário, indicamos também o acompanhamento com psiquiatra.
Como funciona o atendimento na Clínica Espaço Único
O primeiro contato é feito pelo responsável, por mensagem. Nossa equipe encaminha para a psicóloga mais adequada e combina dia e horário.
A primeira sessão é só com os responsáveis: a psicóloga conhece a história da criança com você e se organiza para recebê-la bem. Nas sessões com a criança, você pode aguardar na clínica, fora do consultório. Os responsáveis também participam de sessões de alinhamento e/ou devolutiva com a psicóloga, para acompanhar o andamento e orientar a família em casa.
Para crianças, o atendimento é presencial, no Setor Bueno, em Goiânia.
Como falar com uma criança pequena sobre a terapia
Com crianças pequenas, a conversa pode ser simples. Você pode explicar que ela vai a um lugar onde poderá brincar e conversar com alguém que gosta de ajudar crianças. Evite usar a terapia como ameaça ou como castigo, e responda com calma às perguntas que ela fizer.
Quer conversar com a nossa equipe?
Se você ficou com dúvidas sobre o que está acontecendo com seu filho, fale com a nossa equipe por mensagem. Mande quando quiser, e respondemos o mais rápido possível. Conheça também a página de Psicóloga Infantil em Goiânia.
Este texto é informativo e não substitui a avaliação de um profissional.
Clínica Espaço Único · CRP 09/021716


